Escrevo este post ao vivo e à cores, exatamente agora, sem rascunho, sem corretor ortográfico, sem nenhuma licença e com toda displicência.
Admirei-me de que os meus textos tenham acabado e de que tenha aberto a pasta do computador e não visto nenhuma novidade. E sei que isso é apenas um sintoma de um distúrbio maior.
Sintoma de que o meu tempo, assim como o seu, é consumido por horas de twets, de msn, de facebook, de orkut. Sintoma de que os últimos livros que tenhamos lido se resumam à legislação de algum órgão público para o qual prestaremos concurso e somos, forçosamente, obrigados a engolí-los sem saber, sequer, se terá uma digestão ideológica que cumpra o ofício.
Enfim, um sitoma de que nossos espíritos andam carentes do relacionamento, das trocas de idéias, das manifestações de luzes e clarões intelectuais que só brotam na ebulição de discussões saudáveis, ou nem tanto, de semalhantes que se atraem e se constroem.
A carência de ideias é notória. E não só de ideias, é uma carência crônica! Uma carência espiritual. De espíritos que se engrandecem uns aos outros e não somente aos própios umbigos. De pessoas que tenham o que acrescentar umas às outras, e não apenas jogar seu tempo diante de uma tela de computador e esperar que o mundo que elas imaginam ali salte pra fora.
Uma carência profunda e que, ironicamente, mostra o quanto o homem está desconectado em si mesmo, justo na era em que pode estar conectado em vários lugares ao mesmo tempo.
Seria mais trágico ainda, e é, se não pudesse aprender esta lição.
Minha alma clama, meu espírito se contorce por uma edificação pessoal sólida, por crescimento, por luz, mas o que me resta, assim como a todos nós, é a simples sensação de sebo daquilo que não se movimenta mais: a nossa atitude.
Me desculpem todos os outros, mas me retiro e encerro este texto sem delongas a mais. A vida tem pressa e eu quero viver, seja ela o que espero ou não.
Admirei-me de que os meus textos tenham acabado e de que tenha aberto a pasta do computador e não visto nenhuma novidade. E sei que isso é apenas um sintoma de um distúrbio maior.
Sintoma de que o meu tempo, assim como o seu, é consumido por horas de twets, de msn, de facebook, de orkut. Sintoma de que os últimos livros que tenhamos lido se resumam à legislação de algum órgão público para o qual prestaremos concurso e somos, forçosamente, obrigados a engolí-los sem saber, sequer, se terá uma digestão ideológica que cumpra o ofício.
Enfim, um sitoma de que nossos espíritos andam carentes do relacionamento, das trocas de idéias, das manifestações de luzes e clarões intelectuais que só brotam na ebulição de discussões saudáveis, ou nem tanto, de semalhantes que se atraem e se constroem.
A carência de ideias é notória. E não só de ideias, é uma carência crônica! Uma carência espiritual. De espíritos que se engrandecem uns aos outros e não somente aos própios umbigos. De pessoas que tenham o que acrescentar umas às outras, e não apenas jogar seu tempo diante de uma tela de computador e esperar que o mundo que elas imaginam ali salte pra fora.
Uma carência profunda e que, ironicamente, mostra o quanto o homem está desconectado em si mesmo, justo na era em que pode estar conectado em vários lugares ao mesmo tempo.
Seria mais trágico ainda, e é, se não pudesse aprender esta lição.
Minha alma clama, meu espírito se contorce por uma edificação pessoal sólida, por crescimento, por luz, mas o que me resta, assim como a todos nós, é a simples sensação de sebo daquilo que não se movimenta mais: a nossa atitude.
Me desculpem todos os outros, mas me retiro e encerro este texto sem delongas a mais. A vida tem pressa e eu quero viver, seja ela o que espero ou não.

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