O anil valsar das púberes gotas
esparsas ao léu do firmamento
nos fins destas tardes sem tormento
brincam, azuis, de abraçar as grutas!
Levam consigo meus pensamentos...
Poemas sem causa vêm me acompanhando desde a infância mais terna. Escrevi meu primeiro poema aos 12 anos, decidi agora que vou guardá-los aqui pelo Blog, ou quem sabe, futuramente publicá-los. Fico feliz por ler as postagens, aguardo seus comentários.